Gli economisti, insieme con i giuristi e gli psichiatri, sono persone che cercano di capire la realtà su una base di sereno realismo. Sono dunque studiosi simpatici. Inoltre, non raramente, condiscono i loro testi con un sapido humour: basta citare i nomi di Antonio Martino, Sergio Ricossa e Carlo Cipolla. Tutto questo dovrebbe ispirare stima e rispetto ma proprio in questi giorni ci sono contro...
a categoria nobel da economia é muito estranha. parece estar mais perto da literatura do que da ciência própriamente dita. se para um físico dois mais dois são quatro, para um economista o resultado depende do pacote financeiro adquirido e respectiva interpretação.
... para garantir assistência média aos 47 milhões de norte-americanos não segurados, bem como solucionar a crise hipotecaria. De acordo com os cálculos do laureado do Prêmio Nobel de economia e ex-economista do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, a guerra no Iraque custa aos cofres públicos dos EUA quatro trilhões de dólares. E é justamente isso que cria a ameaça para a economia do país, considera o ...
... : tipo metódico e persistente, gosta de ordem e é perfeccionista. Consegue se dar bem em trabalhos que exigem atenção a detalhes. ••• Melhores carreiras : contador, bibliotecário, advogado, economista, escritor. ••• Saúde : Mais sujeitos a doenças cardiovasculares, diabete e câncer. B - É o caos. Egoísta por natureza, mesmo que sem maldade ou intenção. ...
... Así abría el fuego uno de los primeros usuarios de elEconomista.es que opinaba sobre la noticia "La otra cara del talento: cuando el empleado 'chantajea' a la empresa" , publicado en el Economista . Tras una semana de intenso debate en la Red, se trata de una de las opiniones más 'moderadas' En efecto, si los gestores de recursos humanos consultados por elEconomista opinaron que la empresa ...
[...] “ Antes, Portugal tinha das mais altas taxas de poupança do mundo porque as pessoas não contavam com o dinheiro do Estado”, conclui o economista. Terça, 16 de Outubro de 2007 Concordo com a frase. Com isso e muito mais como a generalização das compras de coisas supérfulas (telemóveis com camara de filmar e isto e aquilo), que são confundidos como bens de primeira necessidade.