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Um dia morno de horas mortas pelo chão onde nem os passarinhos cantam, no céu nenhum avião. Não vi nuvens, nada - vento algum. Eu aqui bebendo um copo de rum, debulhando as horas silentes, percorrendo os horizontes febris desse nada, molhando o meu rosto nesse gosto de chuva, sabor de lágrima, misturadas ao café. Vejo horas toscas à galope, com espadas de tuareg nas mãos, em montaria apressada. ...

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Published: 1 year, 6 months ago (Wed, 26 Dec 2007 15:50:53 PST); 644 bytes
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